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O Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos
Santos, sublinhou (27/02), em Berlim, que Angola “não
tem qualquer objecção” de aderir ao
movimento sobre transparência.
“Partimos do princípio que a vontade e transparência
deve partir sobretudo das instituições
nacionais e dos actores nacionais”, disse numa conferência
de imprensa depois de se
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Presidente
da República (esq.), José Eduardo dos Santos
e a chanceler alemã
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| ter reunido com a chanceler alemã,
Ângela Merkel.
Segundo o presidente “é lá
onde os problemas se passam onde os actos se praticam, onde eles
devem ser verificados e controlados”.
”Nós partimos do princípio de que Angola
é um país soberano, tem instituições
tais como a Assembleia Nacional, Tribunal de Contas, Ministério
das Finanças, enfim, (…) tem a sociedade civil”,
esclareceu.
E só em primeira instância,
asseverou, estes órgãos, estas instituições
que se devem ocupar da transparência dos gastos públicos
ou da aplicação dos dinheiros públicos.
Segundo José Eduardo dos Santos é
evidente que não nos custará um dia aderir a
esse movimento, mas numa primeira instância o nosso esforço
é interno do Governo e das instituições que
o controlam. FONTE: ANGOP
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