| reformas empreendidas nos últimos
anos, nomeadamente a aprovação de novas leis sobre
o investimento privado, “complementadas por acordos de protecção
recíproca”, oferecem boas condições para
o empresariado externo.
Segundo Aguinaldo Jaime, em funcão da estabilidade
política, reforçada pelas eleições legislativas
de 2008, o Governo angolano está a implementar uma série
de medidas para a diminuição da pobreza e a melhoria
das condições de vida das populações.
“Angola tem um sistema financeiro sólido
e moderno, a inflação está numa fase decrescente,
as finanças públicas estão em ordem e tem um
quadro macroeconomico favorável ao investimento e ao crescimemto”,
asseverou o coordenandor.
Paralelamente, sublinhou o interlocutor, foi adoptado
o sistema “one stop shops” (lojas de uma só paragem)
como a ANIP e o Guiché Único da Empresa, que permitem
a aprovação de investimentos e a constituição
de empresas num único espaço fisico, portanto, de
um modo menos burocrático e menos complexo.
Em relação à crise financeira,
Aguinaldo Jaime considerou que, mais do que uma ameaça, tem
sido uma oportunidade para que os investidores estrangeiros apliquem
os seus capitais em Angola.
“Sinto que há investidores, que confrontados
com a incerteza de muitos mercados, vêem no mercado angolano
uma boa alternativa para aplicar os seus capitais e o seu know how”,
acrescentou a fonte.
“Significa que as políticas angolanas
são reconhecidas como correctas e que Angola é um
bom país para se investir”, finalizou. |