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O Governo angolano investiu 7,1 mil milhões de dólares,
em 2007, em infra-estruturas e no combate à pobreza,
revela Relatório Económico de Angola do Centro
de Estudo e Investigação Científica
da Universidade Católica de Angola, apresentado em
Luanda.
O estudo indica que as despesas nesses segmentos visaram
a melhoria das condições económicas
e sociais das populações.
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| Banco
Nacional de Angola |
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| O relatório realça
o desempenho da economia angolana como favorável do ponto
de vista macroeconómico, combustanciado na redução
das taxas de juro, saldos positivos da balança de pagamemtos,
aumento das reservas internacionais líquidas, redução
da taxa de inflação e os saldos orçamentais
positivos.
A taxa de inflação acumulada em 2007, segundo o documento,
esteve proxima dos 12 porcento, devido ao comportamento expansionista
dos investimentos públicos realizado, assinalando-se ainda
a taxa elevada de desemprego.
A pesquisa aponta ainda a manuntenção da confiança
na economia que pode ser avaliada pelo modo como aumentou a quantidade
de créditos do sistema bancário (a 83 porcento), realçando
que o mercado de crédito terá de melhorar sobretudo
nas pequenas e médias empresas.
Comparando o preço da despesa pública face ao PIB
(Produto Interno Bruto) em relação aos primeiros períodos
de paz (2002 a 2007), o relatório descreve como sendo mais
reduzido.
Admite também a hipótese de a economia angolana crescer
até 2012 a dois dígitos, mesmo que a taxa de crescimennto
venha a reduzir devido ao actual esforço de reconstrução
nacional, os investimentos públicos e privados, estruturação
e modernização do sistema financeiro e numa intervenção
favorável do mercado petrolífero internacional.
A contribuição do petroléo em relação
ao PIB, cita o relatório, continua a dominar com 95,5 porcento,
sendo que, 4,5 da responsablidade dos refinados do petroléo,
diamante e de alguns produtos de menor importância relativa.
O relatório evoca que a actividade económica de Angola
ainda está centralizada em Luanda, capital do país,
realizando-se no sector industrial com 75 porcento, comercial com
65, e ao sector financeiro bancário com 95 porcento.
O documento procura enquadrar o desempenho da economia nacional
no contexto da mundial. FONTE ANGOP |